Notas sobre a chuva

São Paulo, Brasil | 22 de maio de 2025

I

No imaginário de diversas culturas¹, em especial as agrárias, “[a] chuva é universalmente considerada o símbolo das influências celestes recebidas pela terra”, escrevem Jean Chevalier e Alain Gheerbrant (2001). Torna-se, ainda, símbolo de fertilidade — semente e seiva, sêmen e sangue — para a terra que a acolhe.


Imagem: contemplação da chuva, pela janela de meu antigo apartamento em São Paulo (Brasil), dia 22 de maio de 2025. Nota: 1. Cf. variações desse imaginário em Chevalier; Gheerbrant, 2001. Referência: CHEVALIER, Jean; GHEERBRANT, Alain. In: SUSSEKIND, Carlos (Coord.). Dicionário dos mitos: sonhos, costumes, gestos, formas, figuras, cores, números. Tradução de Vera da Costa e Silva et al. 16. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 2001. p. 236–237. 

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Criadora

Larissa Fonseca e Silva, 1998. Artista entre teceres e textos, doutoranda em Literatura Portuguesa (USP). "Crio com as pontas dos dedos, no raio do sol vejo a magia da poeira e sei que há sentido no decompor das coisas pois até os resquícios dançam". Registro aqui.