Panteão Nacional após o almoço: uma chuva inesperada (porque a manhã estava de sol) lavou o terraço para ser mais bonita a minha passagem por ali, e ainda houve um belo — e breve — arco-íris no horizonte lisboeta. [...] O Tejo brilhava ao fundo [...].
Anotação feita em Lisboa, Portugal.
16/11/25.
" Pudesse eu não ter laços nem limites
Ó vida de mil faces transbordantes [...]. "
Versos de poema do livro Poesia (1944), de Sophia de Mello Breyner Andresen, sepultada no Panteão Nacional. As fotografias são do terraço — já lavado pelas chuvas de novembro.