


"Aprenda comigo — se não por meus preceitos, ao menos pelo meu exemplo — quão perigosa é a aquisição de conhecimento e quão mais feliz é o homem que crê que sua vila natal é o mundo, do que aquele que aspira tornar-se maior do que sua natureza permite."
O tema do proscrito no clássico do horror:
trecho de Frankenstein (1818), de Mary Shelley,
na tradução de Santiago Nazarian.
Fotografias em Caldas, Brasil.
[...] Montanhas familiares calcadas com pés descalços e a confiança de quem se sabe pastora de sonhos e pastagem de sonhos e os sonhos me conduzem (nada nos faltará).
Do poema "Intimerário", meu, na minicoletânea
Nada no mundo passa incólume.
De manhã eu vi as garças: quatro pela janela do carro. Lembrei da vó M. Contávamos todos os bandos que passavam sobre nós e comparávamos as contagens, sempre desencontradas. [...] Agora contando também os aviões que partem até que seja o meu [...].
Anotação: São Paulo, 11 de outubro de 2025.
Estou [...] num cenário similar àquele de quando me mudei para cá. Vão três anos quase completos. A noite vai se sentando na cadeira ainda quente do dia. Eu queria este caderno para uma ocasião especial, mas ocasiões especiais são todas. [...] Estou [...] em cima de uma ponte e decidi registrar desde a travessia.
Anotação: São Paulo, 28 de setembro de 2025.