"Não esqueças. Mantém vivo o passado, esse excesso de memórias, para que outros não contem a história por nós. As memórias de guerra assombram aqueles que nela participaram e é preciso escrever. Escrever contra o esquecimento, contra o silêncio. Escrever muito, escrever muitas vezes. Nas idas e vindas ao passado, a história também precisa de ser libertada, descolonizada."
Trecho de Esquece — escrever o colonialismo em Angola,
romance de Margarida Paredes.